A morte e a beleza

>> quarta-feira, julho 06, 2011

Teilhard de Chardin num texto escrito a propósito de uma sua irmã, cuja bondade e inteligência muito admirava mas que tinha uma vida de sofrimento provocada pela doença de que veio a morrer ainda jovem, põe à nossa consideração dois símbolos de beleza e de perfeição. Que é mais belo - vivo e verdadeiro, uno e cheio de conteúdo -, uma velha árvore carcomida aqui e acolá, onde ramos morrem para dar lugar a novos rebentos num conjunto que floresce sem esconder as feias cicatrizes, ou um lindo ramo de flores, bem composto e sem defeito, mas artificial, onde não há morte que gera vida?




ONDE HÁ CRISE, HÁ ESPERANÇA

Vasco P. Magalhães, sj

1 comments:

Diva 7 de julho de 2011 às 17:58  

Sinto-me incapaz de comentar a questão...




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