Porque é preciso estarmos atentos às pequenas coisas para nos encontrarmos
Comtextos
Conheces? A Comtextos é a publicação Nacional do MCE, e contou já com a participação de autores como Miguel Portas, Pedro Strecht, Jorge Wemans, Nélida Piñon, Beatriz Batarda, Walter Prysthon, Luis Carlos Nascimento, Ondjaki, Maria de Lourdes Pintassilgo, Luis Fernandes, etc.! Por apenas 8€ (10€, assinatura de ajuda) podes receber os 4 exemplares anuais da publicação em casa, clica em cima na imagem se pretenderes assinar a revista! Mais informações sobre esta em: www.mce.pt. Uma revista que vale a pena ler...
Identificar o que sentimos ajuda-nos a crescer. Saber chamar pelo nome o sentimento, identificá-lo...permite ver melhor, e quando o sentimos, chamar por ele pelo nome, ele voltar-se e deixá-lo ir quando é preciso.
acho que a nossa língua (catalão, português... o que seja) nunca terá suficientes palavras nem combinações de letras para definir sentimentos, só de olhar os poucos cores que tenham nome podes relacionar a imensa quantidade de pensamentos e ideias sem definição exacta... também, no caso do "amor" em grego acho que há 5 tipos diferentes de amor (amor a natureza, a Deus, a pessoas, a amigos, etc.) tudo é amor, mais todos issos "amors" são tão diferentes i nós só temos uma miserável e encantadora palavrinha... então, ânimos para encontrar o caminho do crescimento a través das indentificações de sentimentos. muito prazer!
oi di! lembrei-me de dar uma vista de olhos ao teu blog que ha mto nao via. pois é isso que dizes neste post é algo que tenho descoberto. chamar pelo nome aquilo que sentimos é muito libertador principalmente se é algo negativo. dar um nome ao que sentimos faz parte do processo que a psicanálise nos ensina que é tomar consciência daquilo que está inconsciente e que por isso mesmo tem uma grande influência sobre nós. a partir do momento que tomamos consciência e dizemos eu sinto isto, eu sinto aquilo somos mais livres porque ganhamos mais controlo sobre as nossas emoções, sobre aquilo que somos porque passamos a nos conhecer melhor. e nada melhor do que nos lançarmos nessa aventura de nos conhecermos DIANTE d'Aquele que nos criou e que prescruta os nossos corações. Beijinhos Olívia
2 comments:
acho que a nossa língua (catalão, português... o que seja) nunca terá suficientes palavras nem combinações de letras para definir sentimentos, só de olhar os poucos cores que tenham nome podes relacionar a imensa quantidade de pensamentos e ideias sem definição exacta...
também, no caso do "amor" em grego acho que há 5 tipos diferentes de amor (amor a natureza, a Deus, a pessoas, a amigos, etc.) tudo é amor, mais todos issos "amors" são tão diferentes i nós só temos uma miserável e encantadora palavrinha...
então, ânimos para encontrar o caminho do crescimento a través das indentificações de sentimentos.
muito prazer!
oi di!
lembrei-me de dar uma vista de olhos ao teu blog que ha mto nao via.
pois é isso que dizes neste post é algo que tenho descoberto.
chamar pelo nome aquilo que sentimos é muito libertador principalmente se é algo negativo.
dar um nome ao que sentimos faz parte do processo que a psicanálise nos ensina que é tomar consciência daquilo que está inconsciente e que por isso mesmo tem uma grande influência sobre nós.
a partir do momento que tomamos consciência e dizemos eu sinto isto, eu sinto aquilo somos mais livres porque ganhamos mais controlo sobre as nossas emoções, sobre aquilo que somos porque passamos a nos conhecer melhor.
e nada melhor do que nos lançarmos nessa aventura de nos conhecermos DIANTE d'Aquele que nos criou e que prescruta os nossos corações.
Beijinhos
Olívia
Enviar um comentário